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Fiat fica sem cota para elétricos; Nissan, Caoa Chery e JAC também

Fiat 500e Icon: fora da cota que livra do novo imposto de importação
A marca de carros número 1 do Brasil, a Fiat, acabou sendo a mais prejudicada dentro da Stellantis no regime de cotas livre dos novos impostos de importação dos carros elétricos. A vantagem dentro da Stellantis ficou para as duas marcas francesas, Peugeot e Citroën.
Outras marcas que haviam feito apostas em elétricos, mas tiraram o pé do acelerador, também ficaram sem cotas, notadamente a Nissan (pioneira no segmento), a Caoa Chery e a JAC (duas empresas que disputaram a primazia de ter o carro elétrico mais barato do Brasil).
A partir desta segunda-feira, 1º de janeiro, passam a vigorar os novos impostos de importação para carros elétrricos: 10% até junho e 18% de julho a dezembro. Pelas novas regras, as montadoras têm isenção até US$ 283 milhões até julho de 2024.
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Segundo o site Use Elétrico, 90% da cota serão distribuídos de forma proporcional a cada empresa selecionada: Audi, BMW, BYD, Chevrolet, Citroën, Ford, GWM, Mercedes-Benz, Peugeot, Porsche, Renault, Volkswagen e Volvo. Ou seja: US$ 254,7 milhões. Algumas levam vantagem.
Assim, 40% serão de acordo com o volume importado de elétricos de janeiro a novembro, 35% de acordo com o volume de licenciamentos de janeiro a novembro e 15% distribuídos igualmente entre cada marca, independente de seu volume de importação ou de vendas.
Quem apostou mais nos elétricos, teve vantagem. Portanto, se dentro da Stellantis a Fiat foi prejudicada, no geral a BYD foi a mais beneficiada, pois foi a empresa que realmente trouxe mais volumes de carros elétricos. Resta ver como ficarão os preços dos dois carros mais acessíveis, o iCar, da Caoa Chery, e o E-JS1, da JAC Motors.
















