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Renault obtém R$ 181,8 milhões do BNDES para desenvolver SUV híbrido inédito
Operação no âmbito do Programa BNDES Mais Inovação prevê o desenvolvimento de inovadora tecnologia de eletrificação

Linha de produção da Renault Geely (Divulgação)
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 181,8 milhões para a Renault Geely do Brasil desenvolver uma inovadora tecnologia de propulsão híbrida.
O projeto, que está sendo conduzido nas instalações da Renault Geely em São José dos Pinhais (PR), integra a estratégia da montadora de renovação de seu portfólio nos próximos anos, com veículos tecnologicamente mais avançados, eficientes e sustentáveis.
A nova tecnologia será aplicada em uma futura versão eletrificada de um SUV inédito produzido pela Renault no Brasil, com lançamento em 2027. O projeto faz parte do ciclo de investimentos da marca para o país de R$ 5,8 bilhões, de 2025 a 2027.
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A confirmação do desenvolvimento e implementação da nova tecnologia aconteceu em setembro, conforme noticiado pelo Guia do Carro, em evento realizado pela Renault Geely do Brasil no Complexo Ayrton Senna (PR), sede da montadora.
A aprovação do financiamento ocorreu no âmbito do Produto BNDES FINEM – Programa BNDES Mais Inovação, iniciativa voltada à digitalização, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).
“O desenvolvimento de novas tecnologias para veículos híbridos flex contribui para deixar o país bem-posicionado no processo de transição energética pelo qual passa o setor automotivo. A descarbonização e a industrialização verde são pilares estratégicos para construir um futuro mais sustentável e garantir qualidade de vida para as próximas gerações”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
De acordo com Milton Trein, diretor financeiro da Renault Geely do Brasil, o projeto contribui para elevar a competitividade da marca. “A operação reforça a atratividade do Brasil para investimentos em inovação, ao viabilizar o desenvolvimento local de tecnologias estratégicas. O financiamento do BNDES contribui para acelerar a mobilização de recursos e competências de engenharia no país”, acrescentou.





















