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Dia do Automóvel reacende debate sobre segurança no trânsito
Data que marca a criação do automóvel coincide com novas medidas para reduzir mortes no trânsito e facilitar a renovação da CNH no Brasil.

Celular ao volante: um hábito perigoso (Divulgação)
A data faz referência ao dia 13 de maio de 1886. Foi quando o alemão Karl Benz patenteou o que é considerado o primeiro automóvel “útil” do mundo. Tratava-se de um triciclo apresentado em janeiro daquele ano e patenteado em maio.
Por coincidência, 13 de maio também marca o Dia do Automóvel e da Estrada de Rodagem, instituído pelo presidente Getúlio Vargas em 1934. A data celebra a inauguração da primeira autoestrada do Brasil: a rodovia Rio–Petrópolis.
Outra coincidência envolve o Diário Oficial, que publica neste mesmo 13 de maio a lei aprovada na véspera pelo Congresso que institui a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida vale para motoristas que não cometeram infrações de trânsito nos 12 meses anteriores.
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No entanto, condutores com mais de 50 anos e menos de 70 poderão utilizar o benefício apenas uma vez. Já os motoristas acima de 70 anos ficaram fora da nova regra.
Foi mantida, corretamente, a obrigatoriedade dos exames médicos de aptidão física e mental, além da avaliação psicológica, para a renovação da CNH. O preço público será definido pela Senatran, antiga Denatran.
Também neste mês de maio, o governo de São Paulo anunciou um plano de segurança viária com o objetivo de reduzir pela metade o número de mortes no trânsito até 2030 – o equivalente a preservar cerca de 19 mil vidas.
As medidas incluem identificação de pontos críticos para direcionar investimentos, ampliação do uso de tecnologia na fiscalização – com mais radares – e endurecimento contra comportamentos de risco, como uso do celular ao volante e combinação de álcool e direção.
A taxa de óbitos no trânsito vem diminuindo no Estado. Em 2025, foi de 13,24 mortes por 100 mil habitantes, contra 14,24 em 2015.












