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A corrida mais quente da história da F1

Sergio Quintanilha

Sergio Quintanilha

04 de abril de 2022 · 2 min de leitura

A corrida mais quente da história da F1

Calor na F1 é algo que interfere muito no desempenho dos carros, mas também não só nisso. Os pilotos sofrem se ele for muito alto, principalmente pela desidratação que sofrem. Mas, querendo ou não, em muitas corridas isso acontece, e aqui vamos citar os dois casos: a maior temperatura ambiente e a maior temperatura de pista.

GP do Bahrein de 2005
Esse foi o GP mais quente em questão de temperatura ambiente: foram 42,5°C, com 56°C na pista. O pior é que o regulamento da época não permitia a troca de pneus, então eles sofreram muito, principalmente para as três equipes que possuíam bridgestone, que eram Ferrari, Jordan e Minardi. Vários carros tiveram problemas por conta do superaquecimento, quatro pilotos chegaram a abandonar. Apenas 12 carros completaram a prova, com Fernando Alonso, da Renault, ficando com a vitória.

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GP de Dallas de 1984
Dallas só teve uma única corrida na F1, em pista de rua no Fair Park, a prova acabou sendo um fracasso em todos os sentidos. A temperatura ambiente estava em 38°C (alguns relatam 40°), com a temperatura da pista chegando aos 66°C. A prova foi realizada em Julho, às 11 da manhã. Apenas 7 carros concluíram a prova, a vitória foi de Keke Rosberg, da Williams, mas a cena que ficou eternizada foi a de Mansell desmaiando ao tentar levar seu carro até a linha de chegada.

GP do Brasil de 2007
Não foi a corrida mais quente, mas quase chegou lá. Estava 38,2°C ambiente e incríveis 63°C de temperatura de pista. Naquele corrida, Kimi Raikkonen conquistou a vitória e o campeonato, que foi o último título da Ferrari, em disputa com Fernando Alonso e Lewis Hamilton, ambos da McLaren. 

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